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06 fevereiro, 2008

Cartões corporativos: Governo inverte ofensiva e colhe assinaturas para CPI

No primeiro dia de atividade legislativa em 2008, o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), dedicou-se a colher assinaturas para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre os gastos de autoridades do Executivo nos últimos dez anos, tanto com o cartão corporativo quanto com a chamada "conta B", utilizada para suprimento de fundos antes da criação do cartão, em 2001.


Jucá disse ter conversado hoje com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que, segundo ele, apoiou a iniciativa. Com o aval de Lula, Jucá passou a recolher as assinaturas dos senadores --principalmente dos governistas. O senador diz que já tem 28 assinaturas – são necessárias 27, número equivalente a um terço dos senadores – e que vai protocolar a criação da CPI amanhã.


Fonte: Vermelho (http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=32033)

01 fevereiro, 2008

Vítima da febre amarela ou da febre da mídia?

Foi enterrado ontem (31/01/2008) em São Paulo, o corpo da auxiliar de enfermagem Marizete Borges de Abreu, de 43 anos.

A vítima pode ter contraído febre amarela após tomar a vacina.

Detalhe: Marizete não iria viajar para área de risco.

Do jeito que o assunto febre amarela é tratado na grande mídia, parece que é intencional criar vítimas como Marizete.

Estes são os números de casos de febre amarela nos últimos dez anos:

1996 - 15 casos
1997 - 3 casos
1998- 34 casos
1999 - 76 casos
2000- 85 casos (42 mortes)
2001 - 41 casos (22 mortes)
2002 - 15 casos (6 mortes)
2003 - 64 casos (23 mortes) - obs: 58 dos casos diagnosticados na região sudeste, principalmente MG
2004 - 5 casos (3 mortes)
2005 - 3 casos (3 mortes)
2006 - 2 casos (2 mortes)
2007 - 6 casos (5 mortes)

O gráfico abaixo mostra a evolução dos números da doença, entre os anos de 1980 e 2005:

(fonte : Min.Saúde)

Como se vê, os números atuais não justificam o pânico e a corrida por vacinação que estamos testemunhando.

Perguntas:

A quem interessa o trabalho de desinformar a população?

Quantas vítimas de vacinação ainda teremos?

Quem será responsabilizado por esse tipo de morte?

Não precisa responder p'ra mim, mas p'ra você mesmo.

30 janeiro, 2008

Municípios brasileiros precisam de Plano de Educação

Fonte: RadioagênciaNP

Menos da metade dos municípios brasileiros possuem um Plano Municipal de Educação (PME). A informação pertence ao Sistema de Informações dos Conselhos Municipais de Educação (Sicme). De acordo com o relatório, dos quase seis mil municípios brasileiros, apenas 41% já elaboraram um plano que define objetivos, diretrizes e rumos da educação do município.

Por meio do PME, o município também tem a possibilidade de gerar a inclusão das populações excluídas e a melhoria da qualidade da educação ofertada a todos os habitantes da cidade.

O plano deve ser criado por lei pela Câmara de Vereadores com a participação da sociedade a qual deve fiscalizar e cobrar sua execução dentro dos prazos estabelecidos.

O primeiro passo para a formação de um PME é a criação de um Conselho Municipal de Educação, um órgão colegiado formado por membros da sociedade e governo. O conselho pode avaliar quais são as prioridades em educação cada sua cidade.

O diretor do Departamento de Fortalecimento Institucional da Gestão Educacional do MEC (Ministério da Educação), Arlindo Queiroz, admite que os números estão longe do ideal. Os municípios perdem a oportunidade de usufruir o direito que a constituição lhes dá de criar seu próprio sistema de ensino.

São Luis:PT e PC do B se articulam para sucessão municipal


Fontes:
O imparcial (www.oimparcial.com.br)
Sítio Vermelho (www.vermelho.org.br)

Em reunião articulada pelo Presidente do PT municipal, Fernando Magalhães, e por Márcio Jerry, Presidente do Comitê Municipal do PC do B, os dois partidos iniciaram conversações com vistas a construção de uma aliança para as eleições municipais deste ano em São Luis. A reunião contou com expressivas lideranças das duas legendas, entre elas o diirigente nacional do Partido dos Trabalhadores, Washington Luiz, e o Deputado Federal Flávio Dino, pré-candidato a prefeito pelo PC do B.

A reunião foi marcada pelo debate sobre a conjuntura política municipal e as possibilidades que se apresentam para que um projeto mais a esquerda se viabilize. A viabilidade, na avaliação de petistas e comunistas, está expressa no desejo e demonstração que a população de São Luís tem dado na busca do novo expressa na votação a Deputado Federal do próprio Flávio Dino e do candidato a Senador pelo PT, Bira do Pindaré, nas eleições de 2006.

Em recentes pesquisas os nomes de ambos aparecem com destaque, o que leva a crer que a união de PT e PC do B fortalecerá e dará consistência ao sentimento já manifesto por parte da população de São Luís.

Segundo Fernando Magalhães, Presidente Municipal do PT este primeiro encontro foi para trocar impressões sobre o cenário político. Outros ocorrerão com o próprio PC do B e com outras legendas do campo popular e democrático. “É necessário um esforço para agrupar o campo democrático e popular, todos os setores progressistas, em torno de um programa e de candidaturas capazes de atender as principais reivindicações da população”, afirma Márcio Jerry.