16 maio, 2008
15 maio, 2008
Chávez acusa Colômbia de tentar provocar guerra entre os dois países

A Venezuela pretende denunciar a Colômbia pela campanha que o país está fazendo contra o presidente venezuelano Hugo Chávez.
A decisão foi anunciada pelo país neste final de semana. A queixa será apresentada para organismos internacionais. Por meio de noticiários, a Colômbia relaciona Chávez à imagem de terrorista e acusa o presidente de manter relações com as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc).
Fonte:RadioagenciaNP.
12 maio, 2008
É para frente
À primeira vista parecem contraditórios os discursos que versam sobre uma reunião comandada pelo governador Jakson Lago na sexta-feira (09/05/2008) e sobre a tal "Frente da Libertação".
Os órgãos governistas de imprensa dizem que a reunião ratifica para 2008, a reedição da "Frente" que elegeu Jackson em 2006. Os órgãos oposicionistas, por seu turno, dizem que a "Frente" não se reeditará, impedida pelos enormes conflitos existentes dentro da base governista.
Só à primeira vista parecem ser tão diferentes. Na verdade, esses discursos são apenas as duas faces de uma mesma moeda. Ambos analisam a reedição ou não da tal "Frente da Libertação", como afirmação ou negação da força política pessoal do governador Jackson Lago. Esses discursos são equivocados e propositadamente propalados, com o objetivo de confundir o eleitorado fazendo-o pensar o Maranhão tomando como parâmetros o sarneysmo e o não-sarneysmo.
Essa, definitivamente, não é a discussão importante. Ou pelo menos, não deveria ser.
Importante mesmo neste momento para nós é uma reflexão sobre as plataformas partidárias e a capacidade que têm os diversos partidos em dar respostas aos problemas e anseios da sociedade. O que é produtivo e interessante é identificação dos campos de ação e de ideários de cada partido para que o povo veja esses elementos refletidos em candidaturas e alianças que discutam e proponham um projeto de futuro para a sociedade.
Tenho a convicção que só a observação correta do ambiente político do Maranhão e dos elementos que permeiam esse processo de sucessão municipal, pode nos levar a uma acertada projeção de futuro para os municípios maranhenses para o Estado do Maranhão e para o Brasil.
Estou fatigado pelos velhos bordões. Não quero mais ouvir falar na "Frente". Para mim esse discurso batido e enfadonho é só uma forma de esconder a falta que faz um projeto de futuro. Não posso crer que a política maranhense produzirá algo melhor que o que já temos, com essa classe política que sobrevive apegando-se desesperadamente a elementos de um passado que, embora tenha seus reflexos no presente, de maneira alguma pode condicionar o futuro.
Os órgãos governistas de imprensa dizem que a reunião ratifica para 2008, a reedição da "Frente" que elegeu Jackson em 2006. Os órgãos oposicionistas, por seu turno, dizem que a "Frente" não se reeditará, impedida pelos enormes conflitos existentes dentro da base governista.
Só à primeira vista parecem ser tão diferentes. Na verdade, esses discursos são apenas as duas faces de uma mesma moeda. Ambos analisam a reedição ou não da tal "Frente da Libertação", como afirmação ou negação da força política pessoal do governador Jackson Lago. Esses discursos são equivocados e propositadamente propalados, com o objetivo de confundir o eleitorado fazendo-o pensar o Maranhão tomando como parâmetros o sarneysmo e o não-sarneysmo.
Essa, definitivamente, não é a discussão importante. Ou pelo menos, não deveria ser.
Importante mesmo neste momento para nós é uma reflexão sobre as plataformas partidárias e a capacidade que têm os diversos partidos em dar respostas aos problemas e anseios da sociedade. O que é produtivo e interessante é identificação dos campos de ação e de ideários de cada partido para que o povo veja esses elementos refletidos em candidaturas e alianças que discutam e proponham um projeto de futuro para a sociedade.
Tenho a convicção que só a observação correta do ambiente político do Maranhão e dos elementos que permeiam esse processo de sucessão municipal, pode nos levar a uma acertada projeção de futuro para os municípios maranhenses para o Estado do Maranhão e para o Brasil.
Estou fatigado pelos velhos bordões. Não quero mais ouvir falar na "Frente". Para mim esse discurso batido e enfadonho é só uma forma de esconder a falta que faz um projeto de futuro. Não posso crer que a política maranhense produzirá algo melhor que o que já temos, com essa classe política que sobrevive apegando-se desesperadamente a elementos de um passado que, embora tenha seus reflexos no presente, de maneira alguma pode condicionar o futuro.
09 maio, 2008
08 maio, 2008
"Dilma mentiu"....
Mas foi sob tortura.
Para Agripino Maia ela respondeu com uma dura verdade:
"...em 70 eu e o senhor estávamos em lados opostos senador..."
Isto não é mentira
Agripino apoiou a ditadura militar.
Hoje até o PIG teve que dar cartaz à ministra.
Dá-lhe Dilma.
Para Agripino Maia ela respondeu com uma dura verdade:
"...em 70 eu e o senhor estávamos em lados opostos senador..."
Isto não é mentira
Agripino apoiou a ditadura militar.
Hoje até o PIG teve que dar cartaz à ministra.
Dá-lhe Dilma.
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