Filme produzido pelo Intervozes, coletivo brasileiro de comunicação social.
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21 outubro, 2013
O nosso petróleo em pauta
Hoje é um dia importante para a empresa brasileira de petróleo, a PETROBRAS. Ela que é uma queridinha na BOVESPA. Mais ainda, este é um dia decisivo para a economia do Brasil, este país que resiste em não entregar seu ouro negro aos colonizaores. O dia de hoje poderá definir o destino das futuras gerações. A união arrecadará royalts para investir em saúde e educação. O leilão do campo de Libra, festejado pela mídia como "o maior descoberto no mundo desde 2008"(site Valor Econômico), carrega todo este potencial. Sobre este potencial e sobre as formas de exploração desta riqueza toda há controvérsias. Que bom que chegamos a esta situação. Se não fosse a PETROBRAS, a única detentora do direito de exploração e com o dever de participar com no mínimo 30% de capital do consórcio explorador, não haveria polêmica. Viva a PETROBRAS. Viva o Brasil. Não posso deixar de imaginar como seria o leilão se o regime fosse de concessão como antigamente, ao invés do atual regime de partilha. Na concessão o petróleo pertenceria ao vencedor do leilão. Na partilha o petróleo pertence à união, que paga aos exploradores com parte do produção. Se ao invés da PETROBRAS estivesse no negócio uma tal de PETROBRAX em que tentaram transformar nossa estatal para vender a preço de banana. Dificilmente a polêmica existiria. Ou alguém já ouviu discutir-se o valor, a quem pertence e como será usada a riqueza da VALE (companhia Vale do Rio Doce)?
Como sou leitor de "Blogueiros Sujos", além da mídia tradicional, quero disponibilizar os links de alguns artigos interessantes para alimentar a polêmica:
Conversa Afiada:
http://www.conversaafiada.com.br/economia/2013/10/20/viva-o-leilao-lula-retomou-a-petrobras-do-fhc/
http://www.conversaafiada.com.br/economia/2013/10/21/o-genro-e-o-pires-venderam-libra-a-preco-de-banana/
Valor Econômico:
http://www.valor.com.br/brasil/3309640/leilao-do-megacampo-de-libra-pode-ter-um-so-consorcio
Tijolaço:
http://tijolaco.com.br/index.php/a-horas-de-libra-ficar-com-a-petrobras-as-raposas-uivam-para-as-uvas-perdidas/
Uol:
http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/10/21/tentativa-de-invasao-a-area-do-leilao-do-pre-sal-deixa-ao-menos-2-feridos.htm
Como sou leitor de "Blogueiros Sujos", além da mídia tradicional, quero disponibilizar os links de alguns artigos interessantes para alimentar a polêmica:
Conversa Afiada:
http://www.conversaafiada.com.br/economia/2013/10/20/viva-o-leilao-lula-retomou-a-petrobras-do-fhc/
http://www.conversaafiada.com.br/economia/2013/10/21/o-genro-e-o-pires-venderam-libra-a-preco-de-banana/
Valor Econômico:
http://www.valor.com.br/brasil/3309640/leilao-do-megacampo-de-libra-pode-ter-um-so-consorcio
Tijolaço:
http://tijolaco.com.br/index.php/a-horas-de-libra-ficar-com-a-petrobras-as-raposas-uivam-para-as-uvas-perdidas/
Uol:
http://economia.uol.com.br/noticias/redacao/2013/10/21/tentativa-de-invasao-a-area-do-leilao-do-pre-sal-deixa-ao-menos-2-feridos.htm
13 setembro, 2013
Delegado Protógenes detona do alto da tribuna
Parlamentar tem que erguer sua voz. O deputado Protógenes parece compreender qual é seu trabalho na câmara federal e toca numa ferida diante da qual muitos se acovardaram.
11 setembro, 2013
Henrique Alves diz que reforma política poderá ser votada no fim deste mês
Brasília - Depois de dizer que pretende colocar em votação no mês de outubro a reforma política, o presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), admitiu hoje (10) que poderá pautar a votação para o fim de setembro, caso seja retirada a urgência constitucional do projeto de lei que trata do Código da Mineração.
Alves manifestou a possibilidade de antecipar a votação após reunião com representantes da sociedade civil que lhe entregaram uma proposta de reforma política de iniciativa popular. A proposta conta com o apoio de várias entidades civis e de mais de 100 deputados. “Para quem queria votar em outubro, melhor ainda [votar agora em setembro]. O importante é ter consenso”, disse Henrique Alves.
Segundo ele, o documento apresentado por entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a União Nacional dos Estudantes (UNE) e o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), entre outras, será encaminhado ao grupo de trabalho que está elaborando a proposta de reforma política a ser levada à votação no plenário da Câmara.
“Tenho o compromisso de votar no mês de outubro [a reforma política]. Esta Casa não foi competente para apresentar um projeto e votar. Há a concordância de todas as lideranças e o interesse dos parlamentares de ter um projeto viável e realista de reforma política, que seria submetido a um referendo popular na eleição do próximo ano”, declarou o presidente da Câmara.
Henrique Alves disse ainda que todas as contribuições sobre reforma política que chegarem à Câmara serão analisadas pelo grupo de trabalho. “Todas [as propostas] serão examinadas para que possam estar contidas naquilo que essa Casa entende como proposta boa, correta e modernizar a política para que possa ser votada em outubro”, ressaltou.
Iolando Lourenço
Repórter da Agência Brasil
Edição: Aécio Amado
Fonte: Agência Brasil
Alves manifestou a possibilidade de antecipar a votação após reunião com representantes da sociedade civil que lhe entregaram uma proposta de reforma política de iniciativa popular. A proposta conta com o apoio de várias entidades civis e de mais de 100 deputados. “Para quem queria votar em outubro, melhor ainda [votar agora em setembro]. O importante é ter consenso”, disse Henrique Alves.
Segundo ele, o documento apresentado por entidades como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a União Nacional dos Estudantes (UNE) e o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), entre outras, será encaminhado ao grupo de trabalho que está elaborando a proposta de reforma política a ser levada à votação no plenário da Câmara.
“Tenho o compromisso de votar no mês de outubro [a reforma política]. Esta Casa não foi competente para apresentar um projeto e votar. Há a concordância de todas as lideranças e o interesse dos parlamentares de ter um projeto viável e realista de reforma política, que seria submetido a um referendo popular na eleição do próximo ano”, declarou o presidente da Câmara.
Henrique Alves disse ainda que todas as contribuições sobre reforma política que chegarem à Câmara serão analisadas pelo grupo de trabalho. “Todas [as propostas] serão examinadas para que possam estar contidas naquilo que essa Casa entende como proposta boa, correta e modernizar a política para que possa ser votada em outubro”, ressaltou.
Iolando Lourenço
Repórter da Agência Brasil
Edição: Aécio Amado
Fonte: Agência Brasil
03 setembro, 2013
Palmério Dória fala de "O Príncipe da Privataria"
Veja entrevista aqui:
A Gereação Editorial anuncia a obra como sendo "O livro bomba do ano".
Transcrevo a resenha no modo CTRL+C/CTRL+V, direto do site da editora.
O Príncipe da Privataria revela quem é o “Senhor X”, o homem que denunciou a compra da reeleição
Uma grande reportagem, 400 páginas, 36 capítulos, 20 anos de apuração, um repórter da velha guarda, um personagem central recheado de contradições, poderoso, ex-presidente da República, um furo jornalístico, os bastidores da imprensa, eis o conteúdo principal da mais nova polêmica do mercado editorial brasileiro: O Príncipe da Privataria – A história secreta de como o Brasil perdeu seu patrimônio e Fernando Henrique Cardoso ganhou sua reeleição (Geração Editorial, R$ 39,90).
Com uma tiragem inicial de 25 mil exemplares, um número altíssimo para o padrão nacional, O Príncipe da Privataria é o 9° título da coleção História Agora da Geração Editorial, do qual faz parte o bombástico A Privataria Tucana e o mais recente Segredos do Conclave.
O personagem principal da obra é o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, o autor é o jornalista Palmério Dória, (Honoráveis Bandidos – Um retrato do Brasil na era Sarney, entre outros títulos). A reportagem retrata os dois mandatos de FHC, que vão de 1995 a 2002, as polêmicas e contraditórias privatizações do governo do PSDB e revela, com profundidade de apuração, quais foram os trâmites para a compra da reeleição, quem foi o “Senhor X” – a misteriosa fonte que gravou deputados confessando venda de votos para reeleição – e quem foram os verdadeiros amigos do presidente, o papel da imprensa em relação ao governo tucano, e a ligação do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) com a CIA, além do suposto filho fora do casamento, um ”segredo de polichinelo” guardado durante anos…
Após 16 anos, Palmério Dória apresenta ao Brasil o personagem principal do maior escândalo de corrupção do governo FHC: o “Senhor X”. Ele foi o ex-deputado federal que gravou num minúsculo aparelho as “confissões” dos colegas que serviram de base para as reportagens do jornalista Fernando Rodrigues publicadas na Folha de S. Paulo em maio de 1997. A série “Mercado de Voto” mostrou da forma mais objetiva possível como foi realizada a compra de deputados para garantir a aprovação da emenda da reeleição. “Comprou o mandato: 150 deputados, uma montanha de dinheiro pra fazer a reeleição”, contou o senador gaúcho, Pedro Simon. Rodrigues, experiente repórter investigativo, ganhou os principais prêmios da categoria no ano da publicação.
Nos diálogos com o “Senhor X”, deputados federais confirmavam que haviam recebido R$ 200 mil para apoiar o governo. Um escândalo que mexeu com Brasília e que permanece muito mal explicado até hoje. Mais um desvio de conduta engavetado na Era FHC.
Porém, em 2012, o empresário e ex-deputado pelo Acre, Narciso Mendes – o “Senhor X” –, depois de passar por uma cirurgia complicada e ficar entre a vida e a morte, resolveu contar tudo o que sabia.
O autor e o coautor desta obra, o também jornalista da velha guarda Mylton Severiano, viajaram mais de 3.500 quilômetros para um encontro com o “Senhor X”. Pousaram em Rio Branco, no Acre, para conhecer, entrevistar e gravar um homem lúcido e disposto a desvelar um capítulo nebuloso da recente democracia brasileira.
O “Senhor X” aparece – inclusive com foto na capa e no decorrer do livro. Explica, conta e mostra como se fazia política no governo “mais ético” da história. Um dos grandes segredos da imprensa brasileira é desvendado.
20 anos de apuraçãoEm 1993, o autor começa a investigar a vida de FHC que resultaria neste polêmico livro. Nessas últimas duas décadas, Palmério Dória entrevistou inúmeras personalidades, entre elas o ex-presidente da República Itamar Franco, o ex-ministro e ex-governador do Ceará Ciro Gomes e o senador Pedro Simon, do PMDB. Os três, por variadas razões, fizeram revelações polêmicas sobre o presidente Fernando Henrique e sobre o quadro político brasileiro.
Exílio na EuropaAo contrário do magnata da comunicação Charles Foster Kane, personagem do filme Cidadão Kane, de Orson Welles, que, ao ser chantageado pelo seu adversário sobre o seu suposto caso extraconjugal nas vésperas de uma eleição, decide encarar a ameaça e é derrotado nas urnas devido a polêmica, FHC preferiu esconder que teria tido um filho de um relacionamento com uma jornalista.
FHC leva a sério o risco de perder a eleição. Num plano audacioso e em parceria com a maior emissora de televisão do país, a Rede Globo, a jornalista Miriam Dutra e o suposto filho, ainda bebê, são “exilados” na Europa. Palmério Dória não faz um julgamento moralista de um caso extraconjugal e suas consequências, mas enfatiza o silêncio da imprensa brasileira para um episódio conhecido em 11 redações de 10 consultadas. Não era segredo para jornalistas e políticos, mas como uma blindagem única nunca vista antes neste país foi capaz de manter em sigilo em caso por tantos anos?
O fato só foi revelado muito mais tarde, e discretamente, quando Fernando Henrique Cardoso não era mais presidente e sua esposa, Dona Ruth Cardoso, havia morrido. Com um final inusitado: exame de DNA revelou que o filho não era do ex-presidente que, no entanto, já o havia reconhecido.
Na obra, há detalhes do projeto neoliberal de vender todo o patrimônio nacional. “Seu crime mais hediondo foi destruir a Alma Nacional, o sonho coletivo”, relatou o jornalista que desvendou o processo privativista da Era FHC, Aloysio Biondi, no livro Brasil Privatizado.
O Príncipe da Privataria conta ainda os bastidores da tentativa de venda da Petrobras, em que até a produção de identidade visual para a nova companhia, a Petrobrax, foi criada a fim de facilitar o entendimento da comunidade internacional. Também a entrega do sistema de telecomunicações, as propinas nos leilões das teles e de outras estatais, os bancos estaduais, as estradas, e até o suposto projeto de vender a Caixa Econômica Federal e o Banco do Brasil. “A gente nem precisa de um roubômetro: FHC com a privataria roubou 10 mil vezes mais que qualquer possibilidade de desvio do governo Lula”, denuncia o senador paranaense Roberto Requião.
_______________________
Sobre autor:
Palmério Dória é repórter. Nasceu em Santarém, Pará, em 1949 e atualmente mora em São Paulo, capital. Com carreira iniciada no final da década de 1960 já passou por inúmeras redações da grande imprensa e da “imprensa nanica”. Publicou seis livros, quatro de política: A Guerrilha do Araguaia; Mataram o Presidente — Memórias do pistoleiro que mudou a História do Brasil ; A Candidata que Virou Picolé (sobre a queda de Roseana Sarney na corrida presidencial de 2002, em ação orquestrada por José Serra); e Honoráveis Bandidos — Um retrato do Brasil na Era Sarney ; mais dois livros de memórias: Grandes Mulheres que eu Não Comi, pela Casa Amarela; e Evasão de Privacidade, pela Geração Editorial
Sobre autor:
Palmério Dória é repórter. Nasceu em Santarém, Pará, em 1949 e atualmente mora em São Paulo, capital. Com carreira iniciada no final da década de 1960 já passou por inúmeras redações da grande imprensa e da “imprensa nanica”. Publicou seis livros, quatro de política: A Guerrilha do Araguaia; Mataram o Presidente — Memórias do pistoleiro que mudou a História do Brasil ; A Candidata que Virou Picolé (sobre a queda de Roseana Sarney na corrida presidencial de 2002, em ação orquestrada por José Serra); e Honoráveis Bandidos — Um retrato do Brasil na Era Sarney ; mais dois livros de memórias: Grandes Mulheres que eu Não Comi, pela Casa Amarela; e Evasão de Privacidade, pela Geração Editorial
02 setembro, 2013
CNBB, CUT e OAB articulam ação por reforma política
Fonte: RedeBrasilAtual (http://www.redebrasilatual.com.br)
CC/MIDIA NINJA
São Paulo – Encontro em Brasília promovido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) com a participação de representantes de diversas organizações da sociedade civil produziu um manifesto pela reforma política democrática e uma proposta de projeto de lei. Esses documentos serão entregues oficialmente, na próxima semana, aos presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
A reformulação do sistema político brasileiro, a diminuição da influência do poder econômico nas eleições, a regulamentação do artigo 14 da Constituição sobre a participação popular, a fidelidade partidária programática e o aperfeiçoamento da representação da sociedade civil no campo político são algumas das propostas aprovadas na reunião, realizada no dia 28 de agosto.
Entre as entidades que assinaram os documentos incluem-se a OAB, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), a Plataforma dos Movimentos Sociais pela reforma do sistema político, a Frente Parlamentar pela Reforma Política com participação popular, a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG), o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC), a União Nacional dos Estudantes (UNE), a Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP), a Caritas Brasileira, além de representantes dos magistrados.
Empresários
Ainda no plano político, a CNBB promoverá em todo o país, de segunda (2) a quinta-feira (5), a 5ª Semana Social Brasileira, cujo tema será "O Estado que temos e o Estado que queremos". De acordo com o padre Nelito Dornelas, da CNBB, "vivemos uma crise de valores, em um Estado empresa, ainda a serviço das forças hegemônicas do capital."
O religioso acrescentou que os grupos que se reunirão na Semana Social vão debater, entre outros temas, o excesso de gastos com juros das dívidas públicas, e a situação dos indígenas, dos pescadores, dos quilombolas, além da atuação das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs).
Uma outra iniciativa da CNBB no campo político é o Projeto Nacional de Responsabilidade Social, com o slogan "Empresa com Valores", lançado no mês passado em São Paulo. Trata-se de uma parceria entre a Igreja Católica Romana e a Associação de Dirigentes Cristãos de Empresas do Brasil (ADCE). O projeto consiste na organização de grupos de debate em todo o país para a elaboração de propostas e de experiências sobre responsabilidade social. Serão criados também espaços nas redes sociais da internet para a troca de informações.
29 agosto, 2013
Médicos brasileiros fazem farra com o escasso dinheiro do SUS
Não são poucos os médicos brasileiros que ganham dinheiro do Sistema Único de Saúde, sem oferecer nada em troca.
Duas reportagens do Jornal do SBT, uma feita no Rio de Janeiro e outra realizada em São Paulo, flagraram profissionais registrando o ponto em hospitais públicos e saindo pra trabalhar em outro local.
Será que é isso que os CRM´s chamam de exercício legal da profissão?
Quer dizer que médicos estrangeiros atendendo o povo nos rincões do Brasil, segundo o CRM, não pode ser, mas brasileiros ganhando muito dinheiro nas grandes cidades sem trabalhar, enquanto o povo morre na fila de espera pode. O que o CRM pode dizer em defesa daqueles ladrões do dinheiro público e sua falsa ética?
As reportágens às quais me refiro merecem milhões de visualizações, por isso aí vão os links:
http://youtu.be/DAFI5z1lf58
http://youtu.be/9r1rOs_d3_s
Duas reportagens do Jornal do SBT, uma feita no Rio de Janeiro e outra realizada em São Paulo, flagraram profissionais registrando o ponto em hospitais públicos e saindo pra trabalhar em outro local.
Será que é isso que os CRM´s chamam de exercício legal da profissão?
Quer dizer que médicos estrangeiros atendendo o povo nos rincões do Brasil, segundo o CRM, não pode ser, mas brasileiros ganhando muito dinheiro nas grandes cidades sem trabalhar, enquanto o povo morre na fila de espera pode. O que o CRM pode dizer em defesa daqueles ladrões do dinheiro público e sua falsa ética?
As reportágens às quais me refiro merecem milhões de visualizações, por isso aí vão os links:
http://youtu.be/DAFI5z1lf58
http://youtu.be/9r1rOs_d3_s
19 agosto, 2013
Fraude: Ministério da Justiça multa quatro fabricantes de leite
por Redação da RBA
São Paulo – Parmalat, Marajoara, Barbosa e Marques e Cooperoeste foram multadas hoje (15) em R$ 308 mil; R$ 150 mil; R$ 191 mil e R$ 525 mil, respectivamente pela comercialização de leite integral e leite em pó por desrespeito à informação contida nos rótulos e às normas técnicas que assegurem a qualidade do produto. Segundo nota do Ministério da Justiça (MJ), a ação é decorrente do programa de combate à fraude no leite.
A fiscalização foi realizada por técnicos dos ministérios da Justiça e da Agricultura. Após inspeção de técnicos do MJ e do Ministério da Agricultura, foram instaurados quatro processos administrativos que resultaram nas multas.
Conforme nota do MJ, a irregularidade encontrada trata da rotulagem nutricional de alimentos embalados e estabelece que se admitirá uma variação de 20% com relação ao valor calórico e aos nutrientes declarados no rótulo da embalagem do produto.
Os leites também apresentaram quantidades de carboidratos, proteínas, gorduras diferentes daquelas previstas nas embalagens, com variação superior ao permitido. Foram verificadas também violações a direitos básicos, como informação, cumprimento de oferta e de critérios de qualidade estabelecidos em regulamentos técnicos. O Código de Defesa do Consumidor determina que produtos em desacordo com normas técnicas são impróprios ao consumo e comercializá-los constitui prática abusiva.
São Paulo – Parmalat, Marajoara, Barbosa e Marques e Cooperoeste foram multadas hoje (15) em R$ 308 mil; R$ 150 mil; R$ 191 mil e R$ 525 mil, respectivamente pela comercialização de leite integral e leite em pó por desrespeito à informação contida nos rótulos e às normas técnicas que assegurem a qualidade do produto. Segundo nota do Ministério da Justiça (MJ), a ação é decorrente do programa de combate à fraude no leite.
A fiscalização foi realizada por técnicos dos ministérios da Justiça e da Agricultura. Após inspeção de técnicos do MJ e do Ministério da Agricultura, foram instaurados quatro processos administrativos que resultaram nas multas.
Conforme nota do MJ, a irregularidade encontrada trata da rotulagem nutricional de alimentos embalados e estabelece que se admitirá uma variação de 20% com relação ao valor calórico e aos nutrientes declarados no rótulo da embalagem do produto.
Os leites também apresentaram quantidades de carboidratos, proteínas, gorduras diferentes daquelas previstas nas embalagens, com variação superior ao permitido. Foram verificadas também violações a direitos básicos, como informação, cumprimento de oferta e de critérios de qualidade estabelecidos em regulamentos técnicos. O Código de Defesa do Consumidor determina que produtos em desacordo com normas técnicas são impróprios ao consumo e comercializá-los constitui prática abusiva.
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